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Por duas vezes, em comentários ao post anterior, o João Paulo Videira acusou a Lista B de não ter nada a propor aos sócios, nas eleições que se vão realizar no dia 19.

Sustentou essa afirmação no facto de eu não ter aqui desvendado o programa e as orientações que a Lista B quer apresentar aos sócios.

Como o João Paulo me merece toda a consideração, vou tentar dar uma resposta assertiva a essa chamada de atenção.

Retirado do Programa Eleitoral da Lista B:

«A candidatura que apresentamos considera como razão essencial da existência do SPGL a defesa intransigente dos direitos dos seus associados, promovendo e alargando a unidade e a acção comum dos professores para melhorar as suas condições de trabalho e situação sócio-profissional, praticando um sindicalismo assente nos princípios da liberdade, participação democrática, independência, unidade e solidariedade.
Sob o lema
“Unir os Professores e Educadores para Reforçar a Luta, Eleger uma Direcção de Confiança”, a candidatura que apresentamos foi desenvolvida a partir das escolas e é unitária, plural e de renovação, com muitos jovens candidatos, dirigentes, delegados e activistas sindicais com mais experiência, e com equilibrada representação sectorial e regional.
Os candidatos que apresentamos têm experiência e provas dadas de ter estado sempre nas lutas dos professores e educadores na defesa da Escola Pública e da dignificação da profissão docente. Ao contrário da actual direcção do SPGL,
participámos empenhadamente na eleição do actual secretário-geral da FENPROF que, como sabem os professores, veio dar nova dinâmica ao movimento sindical, à qual se colaram, nos últimos tempos, aqueles que a todo o custo tentaram impedir a sua eleição para disfarçar a sua incapacidade de praticar um sindicalismo participado e combativo, no qual os professores se revejam e possam confiar.» 

 

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