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Li e fiquei “de cara à banda”:

«É preciso repensar as políticas de Esquerda, apelando sobretudo, à participação dos cidadãos. E velar para que as mulheres e os homens de Esquerda, que cheguem ao poder nos Estados ou nos partidos, sejam pessoas impolutas, que saibam distinguir os negócios privados do serviço público.»

Se, desta vez, o homem fala a sério, por certo já entregou o cartão no largo do rato.