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Desde hoje o Paulo Guinote pode passar a ostentar mais uma medalha no seu valioso currículo:

«À minha segunda intervenção em tom anormalmente cordato, mas obviamente inquisitivo, o delegado/dirigente sindical de serviço, talvez aborrecido pela quebra de rotina, convidou-me a sair da mesma.»

Parece-me óbvio que o delegado que tomou esta atitude, ou é muito ingénuo e inexperiente, ou está a fazer-se a algum convite por parte do DRE, que não se esquece nunca dos seus ex-companheiros de lista e lides sindicais.

Feita esta crítica a um delegado claramente incompetente, devo no entanto deixar uma pergunta ao Paulo Guinote:

– Paulo, será que és capaz de nos dar um ideia aproximada de quantos alunos foram hoje expulsos de salas de aula, nas escolas públicas portuguesas, por terem feito “intervenções anormalmente cordatas, mas obviamente inquisitivas a professores, talvez aborrecidos pela quebra de rotinas“?

Se o Paulo não souber, talvez alguns dos seus comentadores nos queiram relatar situações parecidas, que tenham ocorridos com crianças ou jovens seus familiares ou conhecidos.

Algo me diz que, se houver alguma honestidade, se encherão algumas páginas A4, com menos de uma semana de aulas.