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… e estes “líderes da luta” que preferem formar a opinião pelo que lhes contam os amigos, em vez de procurar as fontes, vão-se cobrindo de ridículo e, o que é bem pior, causam enorme dano a quem dizem defender, porque o seu populismo acaba por levar à divisão do que devia ser unido.

Se os novos “grandes educadores” da classe docente tivessem lido (ou se tendo lido conseguissem perceber o que foi dito) nunca teriam falado em moções com propostas fechadas, em decisões das cúpulas e dos dirigentes e outras barbaridades que por aí pululam.

Para quem tenha dúvidas, aqui fica a notícia, com o respectivo link (sem o título, que muito naturalmente é da responsabilidade do jornalista ou do jornal):

«Como forma de protesto, Mário Nogueira confirmou aos microfones da mesma rádio, à semelhança do que já tinha indicado ontem à Lusa, que os professores voltarão às ruas das principais cidades do país no próximo dia 16 de Maio: “No âmbito da plataforma sindical dos professores, aquilo que se prevê é uma grande acção de envolvimento de todos os professores na semana que culmina no dia 16 de Maio, que poderá ser uma grande manifestação de professores, uma nova grande manifestação, precisamente no dia 16, que é um sábado, ou, e alternativa, uma outra acção ao longo da semana, que inclusivamente, pode traduzir-se em recurso à greve”.


O sindicalista adiantou ainda que será lançado, “em princípio no dia 20 de Maio” – de acordo com a Lusa – o Livro Negro das Políticas Educativas. “Iremos divulgar publicamente uma publicação que é o Livro Negro das Políticas Educativas do actual Governo, que é um livro em que se relatam, não apenas, as políticas do ponto de vista mais teórico e abstracto, mas as medidas que as concretizaram, as medidas concretas, e as consequências dessas políticas e dessas medidas. Pretendemos que sejam um instrumento importante, também, neste período pré-eleitoral que aí vem”, indicou Mário Nogueira ao Rádio Clube.»

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