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Cada um tem a vida que gosta de ter e alimenta o ego como melhor lhe aprouver.

O Paulo Guinote, quando se sente incomodado com o facto de outros lhe relembrarem “evidências” já sinalizadas, costuma responder-me que procure “uma vida”. Responder-lhe-ei, apenas, que a vida que procuro não passa por procurar protagonismos balofos, muito menos à custa de um ataque cerrado à única organização profissional de professores que vai conseguindo evitar que o descalabro das políticas neoliberais atinja proporções mais inquietantes.

Hoje, o mais intrépido defensor dos professores e da escola portuguesa, voltou a descobrir a roda, ao anunciar ufano que existe O Negociador Ausente Que Não Assinou Nada.

Como, ao contrário do que insinua o guru dos professores que acham que a luta de classes começou com o advento da Internet, há mais quem pense e seja capaz de exprimir os seus pensamentos, relembro o que escrevi no dia 28 de Setembro de 2009, no rescaldo das eleições realizadas na véspera:

Uma última palavra para dois protagonistas claramente perdedores da noite de ontem:

Mas sobre Teixeira dos Santos, arvorado hoje pelo Paulo Guinote a figura incontornável no processo de reconfiguração da escola pública e da função docente, venho escrevendo há algum tempo outras coisas, que os revolucionários de bancada sempre acharam irrelevantes:

Educação – um mercado de milhões em 20 de Dezembro de 2009

E agora? em 31 de Dezembro de 2009, ou

Abril 1928/Março 2010 – haverá semelhanças? em 17 de Março de 2010

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