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“Em todas as frentes estamos a trabalhar com determinação e os resultados começam a chegar. Mas todo este trabalho não chega, temos também a responsabilidade de promover, na medida do possível, a irreversibilidade do esforço de consolidação, a irreversibilidade das reformas que estamos a empreender”, disse Carlos Moedas.

Um cromo que vai destruindo o que resta da economia portuguesa, ao promover a privatização de empresas e setores estratégicos que, em devido tempo, foram nacionalizados e cuja nacionalização também foi considerada irreversível.

Ao que tudo indica, também os cromos que hoje nos governam têm a ambição de estar a construir um reich para mil anos.

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