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Pedro Passos Coelho, o violento 1º ministro de um violento governo que quotidianamente violenta os trabalhadores portugueses, fez hoje uma acusação ao PCP que muitos poderão considerar ridícula e fruto de algum “nervosismo” de quem vê o seu governo a esboroar-se aos poucos.

No entanto, atendendo ao histórico deste governante e à forma como persistentemente tem vindo a cumprir o seu plano de fazer os portugueses regressarem à primeira metade do século XX, o ataque hoje desferido contra a ação política do PCP revela contornos que se aproximam do legado político da ditadura salazarista, faltando agora a coragem para “sugerir” a ilegalização dos partidos que discordam dos troikistas vende-pátrias que se acoitam sob a capa da social-democracia.

Nada que admire muito, quando sabemos que o “espírito do retornado” é algo que impregna o pensamento e a ação política de grande parte do gabinete de Passos Coelho.

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