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Não assisti em direto à “conversa em família” que Mário Crespo proporcionou ao seu amigo e correligionário Nuno Crato, ontem no Jornal da Nove.

Porque me recuso a falar do que não conheço, e detesto os “expertos” que dissertam sobre tudo apenas “por ouvir dizer“, obriguei-me a ouvir a dita conversa em família no site da SIC, disponível na Internet.

Do exercício, que recomendo a quem quiser pronunciar-se sobre o desempenho de Crato-ministro, retiram-se duas conclusões:

  1. Dificilmente haverá em Portugal alguém que consiga debitar tantas generalidades e conversa de café, num programa de televisão com a duração de 26′, sempre com um sorriso nos lábios e um ar de profundidade e seriedade intelectual, como o mediático professor Nuno Crato;
  2. Se algum apoiante deste governo se queixa de que os problemas da governação de Passos Coelho são, essencialmente, de dificuldades de comunicação das políticas em curso, só tem que recomendar que se restaurem urgentemente a conversas televisivas da primavera marcelista e que Nuno Crato seja destacado para ir regularmente à televisão explicar ao país o que o governo anda a fazer.
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