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Que informação terá usado o ministro Miguel Macedo, que fez com que o inefável ministro Vitor Gaspar descobrisse dinheiro onde ainda há pouco não havia?

Há pouco dias a jornalista Maria João Avilez contou, num programa de grande audiência de um canal de cabo, que em pleno conselho de ministros Vitor Gaspar respondeu a um pedido de mais dinheiro do seu homólogo da economia – o incrível Álvaro – com uma frase lapidar: «Que palavra o senhor ministro não compreendeu – “não”, “há” ou “dinheiro”?».

Ontem o ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, anunciou no parlamento que «a admissão no conjunto das duas forças de segurança de 1100 novos elementos significa “um quadro de excepção”, tendo em conta “o grande constrangimento” orçamental.»

A pergunta que fica no ar é: o que é que Vitor Gaspar ficou a saber, que o levou a desencantar a verba necessária para «a reorganização das forças de segurança com o objectivo de “aumentar a capacidade operacional” da PSP e GNR».

Os tempos são de LUTA e, como se percebe, o campo do capital através dos seus serventuários no governo prepara os seus “planos de contingência”. Resta ao campo do trabalho saber manter-se coeso e organizado, para poder responder à altura dos desafios que lhe são impostos.

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