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A notícia vem no Correio da Manhã e conta-se em duas penadas.

No ministério do exigente Crato, para quem o rigor é uma exigência incontornável, um adjunto de uma secretária de estado conseguiu, no curto espaço de um mês, realizar trabalho de suficiente qualidade para merecer público louvor pelas qualidades pessoais evidenciadas e pelos sentidos de dever e lealdade demonstrados durante o período em que exerceu funções.

Pena é que tantos e tantos professores, que durante anos (em muitos casos até mais de uma década) deram o seu tempo, esforço e dedicação aos alunos e às escolas em que trabalharam, não vejam o seu mérito reconhecido através, não de públicos louvores, mas da vinculação e do preenchimento das vagas originadas pelas necessidades permanentes do sistema.

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