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O DL 75/2008 foi concebido de forma a garantir à administração central a existência de um rosto com quem se relacionar, a quem exigir o cumprimento das ordens e a quem sancionar directamente em caso de incumprimento.

Para isso foram criadas as condições para que “o director” exerça um poder discricionário, escolhendo pessoalmente os “colaboradores” – adjuntos e coordenadores de departamento – e tendo plenos poderes para gerir as suas carreiras através de mecanismos de avaliação em que impera a subjectividade. Mas, por enquanto, ainda não chegámos onde já estão as escolas e centros escolares de algumas regiões autónomas dos nossos vizinhos espanhóis.

É que, segundo noticia o El País, Los directores de los centros de Andalucía podrán sancionar desde hoy las faltas leves que cometan los docentes y el resto de personal. Se les concede esa potestad que hasta hoy tenía la Consejería de Educación a través de sus delegaciones provinciales. Y no es la única comunidad autónoma en la que ocurre. En Cataluña y Madrid los Gobiernos también han apostado por este camino que suele conducir a lograr mejores resultados educativos.

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