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No post anterior entretive-me a procurar a paternidade colectiva do simplex 3.0, a partir do que dois galarós do apoio a Crato escreveram nos seus próprios blogues.

Se o Ramiro já tinha confirmado a sua influência em letra de forma, já o Guinote optou pelo clássico não confirmo nem desminto, como se constata pela resposta que me deu quando o consolei por os seus conselhos terem sido preteridos em relação ao rival:

Não te deites a adivinhar o que não sabes, só imaginas.
Ao contrário de outros, eu sei onde começa o público e termina o privado.

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