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Sou um dos que pensa que o voto dos professores deve ir muito além de um voto meramente corporativo, porque sobre a nossa condição profissional deve prevalecer a nossa condição de cidadãos interessados na res publica.

Nesse sentido as escolhas que determinarão o voto de cada um deverão atender a todos os aspectos da vida em sociedade e àquilo que cada um defende como papel do Estado na sua relação com os cidadãos.

No entanto sei que muita gente pensa de forma diferente e, sobretudo depois de seis anos de um ataque brutal contra os professores, muitos colegas desejam acima de tudo vingar-se das humilhações sofridas. Ainda assim penso que essa valorização do lado emocional do voto não dispensa uma análise mais atenta e racional do que se passou na casa da democracia, que é a Assembleia da República. E, nesse espaço, não resta a menor dúvida de que foram os partidos à esquerda do PS que se bateram regular e consequentemente pela defesa da Escola Pública e dos direitos de Professores e Alunos.

Se há algum tempo circulou por email uma listagem das iniciativas promovidas pelo grupo parlamentar do BE, agora é a hora de divulgar o trabalho realizado pelo grupo parlamentar do PCP, em particular de dois dos mais jovens deputados da Assembleia da República – Miguel Tiago e Rita Rato – que foram os rostos do seu partido na área da educação.

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