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O “campeão da cidadania” Fernando Nobre anuncia que não é candidato a deputado, mas a 2ª figura do Estado. Como tal, afirma que não ficará no parlamento se os restantes 229 deputados não confirmarem “aquilo” que ele julga que os portugueses querem que ele seja – presidente da Assembleia da República.

O bastonário dos advogados, outros dos ícones da cidadania contra a ignomínia do sistema corporizado no poder legislativo e no poder judicial, aconselha os portugueses a renunciarem a um dos poucos direitos de cidadania que o poder económico ainda não usurpou na totalidade.

Com estes exemplos de democratas Portugal está bem entregue ao nepotismo, à usura do capital e à continuação da exploração pelos mesmos de sempre.

É por isso que são pessoas “inde”pendentes como estes dois, ou outros cidadãos exemplares como Rui Marques ou Laurinda Alves, que irão ter tempo de antena redobrado até 5 de Junho.

É que os discursos destes “democratas independentes” são “suficientemente responsáveis” e os únicos perceptíveis por gente como o sr. Marcelino, ao contrário das coisa incompreensíveis que PCP/PEV e BE preconizam como soluções possíveis para os portugueses poderem ver a luz ao fundo do túnel.

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