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Aqueles políticos “responsáveis”, que nos últimos 35 anos tanto se têm esforçado por transferir a riqueza que os trabalhadores produzem para os bolsos dos grandes accionistas da banca e dos grandes grupos económicos, irão nos próximos dias “negociar” mais uma tranche, fazendo correr de forma mais fluída a transferência do pouco que ainda resta a muitos milhões, para as contas de alguns agiotas e seus homens de mão.

O pacote incluirá um “programa ambicioso” de privatizações, a “agilização” dos despedimentos na função pública e o “incremento das condições de concorrência” da economia portuguesa através da diminuição generalizada dos salários e do poder de compra.

Os políticos do “arco da governação” esforçar-se-ão por “responsavelmente” ocultarem estes factos, sobretudo durante os próximos dois meses, pois está em causa a obtenção de um resultado eleitoral que lhes permita a constituição do tão apregoado “governo de salvação nacional”.

No entanto, porque o que eles querem é formar um governo da roubalheira nacional, que institucionalize e constitucionalize a exploração dos trabalhadores, temos que nos mobilizar para a resistência a este assalto:

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