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Hoje é dia de eleições no meu clube.

Tem sido uma época muito triste, no que ao futebol diz respeito, e as escolhas que se colocam ao sócios não são nada fáceis.

Há cinco candidatos que resolveram enfrentar os problemas e encontrar as soluções que lhes parecem ser mais adequadas. Esse é um sinal de vitalidade, num clube cheio de “treinadores de bancada” que nunca vão a jogo.

Há até muitos milhares que juram sofrer pelos inêxitos do clube porque o trazem no coração, mas recusam o simples acto de se associar e, por isso, ficam livres para vir mais tarde dizer que o presidente que for eleito não presta.

Por mim irei dar um pequeno contributo para que o Sporting possa trilhar novos rumos. É provável que o meu candidato não ganhe, mas isso não significa que o clube perca. É assim a democracia, que hoje vai voltar a funcionar, tentando resgatar o SCP aos credores que o devoram como aves de rapina.

Num clube, tal como num país endividado, há sempre soluções e nada é inevitável. É preciso é que cada sócio, tal como cada cidadão, tenha a coragem de arriscar e “fazer o que nunca foi feito”.

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