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Para lá do que é noticiado pelo Público, é importante notar que o dirigente da FENPROF, Marco Rosa não foi julgado hoje porque, apesar de ter sido detido, algemado, metido na carrinha da polícia como um bandido e levado em alta velocidade para a esquadra, foi presente a tribunal para julgamento sumário sem estar acusado de nada. De facto a polícia acabou por justificar no tribunal que Marco Rosa foi algemado para sua própria segurança.

Terá que voltar ao tribunal no dia 2 de Fevereiro para saber o que será feito do processo agora instaurado.

Quanto à acusação feita contra o dirigente do STAL de se ter atirado para o chão, resistindo à detenção, constitui uma mentira grosseira. Na verdade José Manuel Marques nem sequer caiu ao chão quando empurrado, quanto mais ter-se atirado de propósito para resistir e incitar outros à resistência.

É também por causa desta forma cobarde de assumir as responsabilidades por parte das forças policiais que se impõe a apresentação de queixa contra os seus autores. Até porque mesmo com as sondagens que nos vendem a inevitabilidade de continuarmos a ser governados pelas forças da direita neoliberal, representada por Cavaco e Sócrates, Portugal continua a ser formalmente um Estado de direito.

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