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Dois dirigentes sindicais, um deles da FENPROF,  foram detidos esta terça-feira, 18 de Janeiro, junto à residência oficial do primeiro-ministro, após o plenário que ali decorreu, da parte da tarde, por iniciativa da Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública.

Os dirigentes sindicais que  foram algemados pela polícia e levados para a esquadra de Alcântara estavam a dirigir-se para a Assembleia da República, onde iriam integrar a delegação de representantes da comunidade educativa que tinha reunião marcada com a comissão parlamentar de educação e ciência.

O plenário reuniu centenas de activistas, que aprovaram, por unanimidade e aclamação, uma Resolução em que se denuncia – em consonância com as intervenções que marcaram esta iniciativa – a política que tem vindo a ser seguida por sucessivos governos “e que está a permitir uma brutal acumulação de lucros ao grande capital enquanto retira direitos aos trabalhadores e degrada as suas condições de vida”.

Na Resolução afirma-se, nomeadamente, a “total concordância com a realização de uma grande acção nacional de luta, na segunda quinzena de Fevereiro” e a disponibilidade para “criar a dinâmica necessária nos locais de trabalho à realização da mesma”.


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