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O Umbigo do Guinote é um dos blogues mais lidos na blogosfera portuguesa. No que diz respeito à blogosfera docente, em Portugal, é sem dúvida nenhuma o mais lido de todos.

Paulo Guinote gosta de ser reconhecido como “defensor dos professores”, em particular dos que trabalham na “escola pública”, que é, alegadamente, outra “menina dos seus olhos”.

Os professores portugueses, particularmente os que trabalham na escola pública, estão a ser alvo do mais brutal ataque feito contra os trabalhadores, no Portugal democrático, porque fazem parte da Administração Pública, que foi eleita como o bode expiatório da crise.

O testa de ferro deste ataque é o governo, liderado por José Sócrates e Teixeira dos Santos, coadjuvados pelo diversos responsáveis de cada ministério sectorial.

Os mandantes do criminoso ataque contra os trabalhadores portugueses são os capitalistas, os banqueiros e os especuladores internacionais, que decretaram uma crise global porque os seus imensos lucros não cresceram tão imensamente como imaginavam que poderia ter sucedido nos três últimos anos.

Os trabalhadores que estão dispostos e disponíveis para fazer frente a mais este ataque do capital, incluindo neste conjunto os professores, procuram organizar-se em torno dos seus sindicatos mais combativos e determinados. No caso dos professores portugueses, esses sindicatos estão agregados na FENPROF.

Entretanto, no espaço de 72 dias (de 6 de Agosto a 17 de Outubro) o Umbigo do Guinote tem 31 entradas em que desanca, ironiza, malha, critica e por vezes ofende quem? O(s) testa(s) de ferro do ataque aos professores? Os mandantes? Não, Guinote e companhia continuam a “malhar” na FENPROF, bem à maneira de Santos Silva que adorava malhar nos seus adversários políticos, ou de Jorge Coelho que antes de ser um “respeitável” gestor privado ameaçava quem se metesse com o seu partido.

Quo Vadis Guinote?

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