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A “voz” que representa a “alma” dos professores, partindo de uma análise só acessível a um “ungido”, acha que no dia 24 de Novembro a maioria dos professores até poderá fazer greve por eficácia da pressão de uma culpa qualquer plantada no seu (sub)consciente. Mas a alma não estará lá. [pelo menos ] A que esteve por duas vezes em Lisboa e foi desbaratada em nome de tacticismos. E por isso conclui, em jeito de “apelo subliminar”: Ora eu não gosto de fazer apenas figura de corpo ausente.

Não deixa de ser curioso que esta “alma penada” sustente a sua tomada de posição numa análise que, segundo as suas próprias palavras comentando o discurso presidencial de 5 de Outubro, é contingente e dependente do facto de Cada um ver os factos objectivos pelas suas lentes e servir um cardápio de interpretações enviesadas para o seu lado

Bem prega Frei Tomaz, faz o que ele diz, não faças o que ele faz…

Até 24 de Novembro, mas também a propósito de muitas outras iniciativas que serão tomadas por muitos professores, haveremos de encontrar vozes que do alto de uma alegada superioridade moral demonstrarão a “iniquidade”, o “desajustamento” e a “inoportunidade” da luta que continuaremos a travar. A todas essas vozes só poderemos dar uma resposta: mobilização que promova a unidade, em defesa dos interesses da escola pública e dos professores que nela trabalham, mesmo dos que não estão disponíveis para “dar o corpo ao manifesto”.

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