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Na sequência das muitas providências cautelares interpostas pelas escolas que tentam resistir à saga dos mega-agrupamentos, o ministério da educação volta a utilizar os processos que lhe garantiram a aplicação do DL 75/2008, contestando as providências em nome de um alegado interesse público e legislando por despacho de um secretário de Estado, de forma a dar cobertura legal a actos praticados pela administração antes da existência desse despacho.

Nada de novo na frente governamental, como provavelmente nada de novo na  frente de batalha que serão as escolas, onde haverá sempre os colaboracionistas de serviço, que darão forma aos CGT’s, que aprovarão os regulamentos e os projectos educativos, que hão-de permitir a formalização dos processos de eleição/nomeação dos futuros directores dos mega-agrupamentos, que todos juram contestar.

Depois voltaremos a queixar-nos de que “eles fazem as leis” sem pensar nas escolas, esquecendo-nos que sem a colaboração dos professores que integrarem as listas para os novos conselhos gerais provisórios poderia haver muitos Sto. Onofre espalhados pelo país.

O despacho de Trocado da Mata foi assinado no passado dia 2 de Agosto e destina-se a ratificar todos os actos praticados pela administração educativa desde 1 de Março de 2010, como se pode ler na 3ª página:

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