Como já expliquei antes, vi o programa, mas não o gravei.

Dessa forma é-me impossível reproduzir textualmente as afirmações dos participantes, tendo que fazer apelo à memória do que vi e ouvi, pelo que muitas coisas ficaram por escrever nos posts anteriores.

Uma, de que me lembrei só agora, foi a afirmação de Nuno Crato de que um dos erros de Maria de Lurdes Rodrigues foi não ter conseguido impor a prova de admissão à profissão. Também neste caso, a intervenção de Rosário Gama se ficou àquem do desejável, ao referir apenas a qualidade da formação dos antigos orientadores de estágio para justificar que a prova talvez possa ser necessária (achará que os que ainda exercem funções de orientação não têm formação, ou são incompetentes?).

No entanto, bastaria lembrar ao insigne Professor Doutor que a investigação sobre formação e avaliação de professores há muito constatou a inexistência de uma relação consistente entre os testes de competência e a performance na sala de aula (Darling-Hammond, 1983, p.66)

At the same time, in the name of raising standards for teachers, a number of states have induced more serious shortage by requiring competency tests for teacher certification. Competency testing in various states has reduced the supply of teachers from 10 to 50 percent in different years (Toch, 1983, SREB, 1979) Although these tests are meant to screen out incompetent teachers, studies have not found any consistent relationship between scores on teacher competency tests and measures of teachers performance in the classroom (Ayers and Qualls, 1979, Andrews, Blackmon and Mackey, 1980, Quirk and others, 1973). This should not be too surprising since the act of test-taking is different from the act of teaching. Further, many of the test questions on the National Teacher Examinations, for example, have nothing to do with knowledge of subject matter and little to do with the application of pedagogical principles to diverse classroom situations.

Darling-Hammond, L. (Outubro de 1983). Teaching Standards or Standardized Teaching? Educational Leadership , pp. 66-69.

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