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Uma das linhas de fractura existentes no seio da classe docente passa pelo reconhecimento, ou sua recusa, da condição de funcionário público por parte dos professores que trabalham na escola pública.

A relação entre a profissão docente, e respectiva agenda reivindicativa, com o conjunto do funcionalismo público tem servido de pretexto para acusações, dirigidas à Fenprof, de seguidismo e defesa de interesses partidários.

É uma visão possível, mas que me parece destituída de fundamento, nomeadamente para quem fizer o enquadramento histórico e político da relação entre o Estado e os professores ao longo das décadas de construção e consolidação da escola pública de massas.

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