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Trata-se por certo de uma má fé obsessiva. Porque um indivíduo tão inteligente, bem informado e, sobretudo, com uma formação académica tão requintada, que por tudo e por nada acha que só ele tem “uma vida” (em inglês que é mais “chique”), sabe bem que os títulos e excertos que interessam aos media são os que podem “fazer sangue”. E que, quem tem pretensões de “fazer análise”, deve procurar confirmar as “notícias” junto de outras fontes, entre as quais os protagonistas.

Vem isto a propósito de mais um ataque soez de PG à FENPROF, a sua “besta negra”, utilizando uma notícia do site de ABola, que cita a TSF, sem recorrer ao contraditório de uma forma tão simples como uma consulta ao site da federação sindical.

Como PG bem sabe a edição das notícias apresenta ao público o que quer que seja relevante na formulação de juízos de valor. E para a TSF [um dos órgãos oficiosos do(s) governo(s)] interessa passar a ideia de que “os sindicatos” têm uma visão redutora e corporativa dos problemas da escola. Até aí tudo bem. Que um professor amplifique essa imagem junto de quem o lê só confirma a forma obsessiva como ataca “os sindicatos”.

E o que é que PG (e todos quantos se interessam pela questão) poderia ter verificado, se tivesse clicado no site da FENPROF?

Que as questões do emprego dos professores e dos horários zero são uma preocupação e não a preocupação. Porque o que foi dito ao SEAE, sobre o encerramento de escolas, foi:

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