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Está disponível nos “Caminhos da Escola” uma pequena reflexão sobre as origens da avaliação dos professores e o seu enquadramento contextual no caso português:

falar de modelos “chilenos”, “finlandeses” ou quaisquer outros, sem querer compreender que o que está em causa é a reconfiguração do Estado social e dos serviços públicos que o capital está interessado em privatizar, é não contribuir em nada para mudar o que tem que ser mudado – as políticas neoliberais que nos empobrecem e destroem o futuro do país.

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