Etiquetas

,

O Paulo Guinote descobriu agora o óbvio.

Também é natural, para quem tem tanto assunto para tratar. Uma pessoa tão ocupada a atender ao seu público terá, provavelmente, dificuldade em aperceber-se de coisas que os “não seguidores” já disseram e escreveram há muito, muito tempo.

Apenas como exemplo, deixo um pequeno excerto do que escrevi neste blogue, sobre a dificuldade de unir os professores em torno  de propostas para o futuro: «o que uniu todos aqueles professores foi a oposição às políticas educativas erradas e determinadas por imperativos economicistas. Porque na hora de ter posições mais pró-activas e de apontar caminhos novos, será muito mais difícil encontrar a unidade entre dezenas de milhar de pessoas  com percursos formativos,  experiências de vida  e interesses muito distintos.» (Os professores e as estratégias divisionistas do ministério, 2/4/2008, 10:35 AM)

É claro que o Paulo sabe que eu sempre pensei desta forma, até porque ele guarda um texto que eu escrevi na célebre reunião da Baixa da Banheira, que será divulgado quando ele resolver desacreditar-me de vez.

Anúncios