Dirigimos o foco da nossa atenção, claramente, para as urgências do tempo presente: superar a crise que veio de fora, relançar a economia e promover o emprego. Mas apontamos, também, o caminho do futuro – de que não podemos desistir – para uma economia mais forte e competitiva: prosseguir o movimento de modernização da economia e do Estado, reforçar as qualificações, continuar a reduzir a dependência energética, valorizar as exportações.

Ler o texto que Pinto de Sousa teve o desplante e a lata de escrever hoje, ao mesmo tempo que se ouve a rábula do agradecimento de aumento salarial de Raúl Solnado a Salazar, é um exercício de cidadania que a Internet nos permite e que deve ter consequências no dia 27 de Setembro.