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De acordo com uma notícia do Sol on-line,corroborada por outra da TSF-online, o ministro da propaganda ASS estará a pressionar os deputados do Partido da Situação (PS), no sentido de votarem contra a proposta de suspensão da avaliação dos professores que vai ser apresentada pelo CDS na próxima sexta-feira.

Segundo o que a jornalista do Sol -Margarida Davim – conseguiu apurar, o ministro SS afirma que o modelo de ADD dos professores aprovado pelo DR 2/2008, e sucessivamente simplificado pelos DR 11/2088 e 1-A/2009, constitui uma questão crítica da qual depende a agenda reformista do governo do 1º ministro JS Pinto de Sousa.

A consequência de uma eventual falta de disciplina de voto por parte dos deputados do Partido da Situação (PS) poderá traduzir-se, a acreditar no ministro da propaganda SS, na impossibilidade de o governo levar a legislatura até ao seu termo, por não poder realizar o seu programa.

Como todos os portugueses ainda se lembram, o programa com que o Partido da Situação (PS) de apresentou aos portugueses para obter o voto maioritário, que permitiu ao primeiro ministro JS Pinto de Sousa fazer o contrário do que tinha prometido, anunciava a intenção de não baixar os impostos, não alterar a idade da reforma, acabar com a taxa vergonhosa de desemprego que se situava em cerca dos 6% e “last, but not the least” criar 150 mil postos de trabalho.

Como é evidente, a chantagem que o ministro da propaganda SS está a exercer dirige-se em primeiro lugar aos deputados do Partido da Situação (PS), que antes de serem deputados eram professores, porque o que o ministro da propaganda SS lhes está a dizer é que se arriscam a deixar de integrar as listas de deputados do Partido da Situação (PS) em lugar elegível, o que se poderá traduzir num regresso à escola e ao terror em que as políticas aceites por estes deputados do Partido da Situação (PS) transformaram a escola pública, para onde terão que voltar para ganhar a respectiva vidinha.

Como tal, os deputados do Partido da Situação (PS), em particular os que em tempos remotos tiveram como profissão a docência, devem tomar cuidado com o que fazem porque ficam em situação crítica. Quanto mais não seja porque para eles não haverá nenhuma “reforma dourada”, numa qualquer empresa de capitais públicos e muitos menos numa organização supranacional, que isso é poiso reservado para estadistas  e não simples deputados.