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O Paulo Prudêncio termina uma entrada do seu blogue, cujo título é «como agir?», com esta citação:

“(…) Suponhamos agora que começo a pensar eticamente, a ponto de reconhecer que os meus interesses, pelo simples facto de serem os meus, já não podem contar mais que os interesses alheios. Em lugar dos meus interesses, tenho agora de tomar em consideração os interesses de todas as pessoas que serão afectadas pela minha decisão. Isso exige que eu pondere todos esses interesses e adopte a acção que tenha maior probabilidade de maximizar os interesses do afectados (…).”

 Peter Singer; Ética Prática; Gradiva 2000;

Tradução de Álvaro Augusto Fernandes;

pág. 29