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O governo Pinto de Sousa, embora envolto na bandeira do “socialismo democrático” e da “social democracia do século XXI”, também conhecida como 3ª via, vai cumprindo o papel que lhe é ditado pelas instâncias de regulação supranacional (UE, OCDE, FMI/BM), acalentando a esperança de que sobrem ainda alguns lugares bem remunerados para os seus membros, a exemplo do que tem acontecido com Guterres, Durão Barroso e Sampaio.

O problema grave é que a conjuntura mudou e as pessoas, isto é, o povo que vota, paga impostos e suporta a ignomínia destas personagens, começa a estar farto de os aturar.

Esperemos que ganhem juízo, para que se evite o que aconteceu no Chile pós Pinochet, onde a ministra da educação (inspiradora do modelo de avaliação de Maria de Lurdes Rodrigues) se sujeitou a este embaraço: