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Ontem, ao ouvir a entrevista que Pinto de Sousa deu ao canal público, dei por mim a pensar como é perfeitamente normal (à luz da evolução humana) que o discípulo supere o mestre.

Foi assim que pude constatar, entre o basbaque e o maravilhado, que Portugal evoluiu bastante em dez anos. Será provavelmente fruto do choque tecnológico, o que permitiu que passássemos da picareta falante ao berbequim falante. Tal “upgrade” garantiu que Pinto de Sousa arrasasse por completo a mais pequena veleidade dos entrevistadores em o desviarem do discurso propagandístico preparado. Com um furor e uma rotatividade verdadeiramente impressionantes, todos os obstáculos foram furados, esburacados mesmo e no final só não veremos a luz ao fundo do túnel em 2009, porque o túnel foi transformado num enorme buraco, tal a potencia do berbequim.