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Sábado, dia 12, às 9h56 escrevi neste blogue um post com título: «Vitória importante… mas foi só uma batalha. A guerra ainda está para durar e vai ser muito dura!»

É porque tenho consciência da dureza da guerra e da sua duração que considero essencial a união de todo o exército e fico perplexo com a forma como muitos professores elegem como inimigo principal os únicos representantes legais que têm para negociar com o poder.

Afinal o que é que se pretende? Alguém imagina que se consiga rever o ECD, o recém promulgado diploma da gestão ou o do Ensino Especial contra este 1º ministro? Alguém está à espera que a plataforma sindical faça o trabalho que tem que ser feito por todos os portugueses (e não só pelos professores) de mudar os partidos que governam há trinta anos, para poder mudar as políticas que prejudicam todos os portugueses?

Alguém imagina que sem correr com Pinto de Sousa e todo o seu séquito, em que se mistura um neo-liberalismo de pacotilha com um neo-conservadorismo serôdio, será possível mudar as políticas públicas na educação, na saúde, na segurança social?

Olhem à vossa volta, vejam como governam os “socialistas/trabalhistas” e os “liberais/conservadores” por essa Europa fora e pensem no que é preciso fazer para mudar de políticas.

Depois, se tiverem força e esperança, lutem, caso contrário desistam e procurem um bode expiatório para aliviar a vossa consciência.