Embora alguns amigos mais íntimos até me possam achar um pouco “anarK@”, não tenho, nunca tive, embora não possa garantir que não venha a ter, nada com os movimentos anarquistas.

Deixo isso para outras pessoas que preferem viver noutros mundos, seus e de outros, quer conheçam esses outros ou não. Independentemente de refazerem “estórias” à sua medida, ou de serem adept@s de sopapos, mais ou menos pedagógicos ou Nietzschezianos .

Claro que também já fui acusado de esquerdista, comunista, fascista e até bom burocrata. Cada um e cada um@ vê o mundo com as lentes que coloca à frente dos olhos.

O que me distingue dessa escumalh@ é que não recuso cumprimentar quem quer que seja que me estenda a mão, da mesma forma que não escondo o que me distancia de quem pensa de maneira diferente.

Não aceito, nem nunca aceitarei é deixar de pensar pela minha cabeça e deixar de defender a liberdade dos outros ao exercício da asneira. Desde que assumam a respectiva responsabilidade e não atirem a culpa dos fracassos próprios para as costas do primeiro ingénuo que lhes passe à frente.

É por isso que até consigo esboçar um sorriso quando leio o recontar de uma “estória”, contada à medida da sua n@rr@dor@, a propósito de pesos e de pes@res.