De acordo com um artigo publicado no NYTimes e assinado por Eric Nagourney, a competência linguística, nomeadamente a competência de ler e interpretar informações médicas básicas, aumenta consideravelmente a longevidade, verificando-se em vários estudos que existe uma maior mortalidade entre os pacientes menos letrados.
Segundo um estudo, em que se verificou que pessoas que não tinham completado a “high school” viviam em média menos 9 anos do que os que se tinham graduado, tal facto pode ficar a dever-se a que mais educação se reflecte normalmente em melhores empregos, melhor habitação, melhor alimentação e melhores cuidados de saúde.

Sabendo que em Portugal as despesas com a Saúde e com a Educação constituem um pesado encargo para o contribuinte que não consegue fugir aos impostos, o desperdício de recursos financeiros e humanos que resulta da exclusão e abandono escolar é provavelmente responsável pelos elevados custos que se registam também no SNS.