Consegui resistir estóicos 20 minutos à entrevista de Isabel Alçada na RTP1.
Para lá de um enorme vazio conceptual, disfarçado com sorrisos, esgares e trejeitos que devem ser extremamente úteis num qualquer chá-canasta, apenas retive uma afirmação que acho importante registar para memória futura: durante o actual ano lectivo haverá um novo modelo de avaliação.
Desta afirmação resulta que o simplex 14/2009 e o progenitor que lhe deu origem – 2/2008 – terão apenas algumas semanas (meses) de vida. Isso é bom e deve ficar registado, sobretudo para aqueles directores “valterpedreirianos” que já andam atarefados a agendar entregas de objectivos e observação de aulas.
Tirando este aspecto, que reputo de muito importante, à medida que Isabel Alçada ia falando e que Judite de Sousa parecia perceber muito mais dos problemas que se colocam à ministra da educação do que a própria ministra, só me vinha à cabeça a figura de Lili Caneças e a sua famosa frase:
Estar viva é o contrário de estar morta.
Deve ter sido por isso que não aguentei a entrevista até ao fim. É que não me parece boa ideia ter uma “socialaite” à frente do ministério em que trabalho.
Estar viva é o contrário de estar morta? A sério? Ainda me estou a rir.
Abraço.
boa análise…risos exagerados para assunto tão sério.
sentados nos gabinetes todos têm boa disposição…a compensação alegra os tristes.
aguardemos abertura,diálogo,compensações,autonomia,condições…
o sucesso atinge-se com trabalho de equipa e ambiente saudável…
…eu …adormeci…palavra…
…pelo menos n tive pesadelos…