Na sequência da notícia sobre a disponibilidade do PSD mudar tudo na educação, esquecendo-se convenientemente de incluir nesse “tudo” o decreto sobre a administração e gestão escolar, surgiram diversas vozes críticas desse “esquecimento”.
Mas logo de seguida, tentando branquear um passado escuro como breu que MFL tem, no que à educação diz respeito, logo apareceram vozes tentando jogar tudo à molhada e afirmando que também da parte dos sindicatos não se ouvem críticas ao modelo centralista do 75/2008. Claro que a coisa começou com afirmações genéricas, do género «os sindicatos também nada dizem», para aos poucos evoluír para acusações e insinuações, que apesar de mais veladas, não deixam de ser caluniosas e visam concretamente a única federação sindical que desde sempre tem uma posição clara sobre o assunto.
E se alguém andar esquecido ou tiver dúvidas, poderá consultar esta pequena lista de exemplos:
- Seminário nacional “Democracia na Escola Pública: que futuro?”: Intervenção de Mário Nogueira
- Propostas da FENPROF para a revisão do DL 115-A/98, apresentadas ao ME em 2004
- Publicado novo regime de autonomia e gestão das Escolas. E agora?
- Professores continuarão a lutar contra o novo regime de administração e gestão escolar
- É possível defender a democracia na direcção e gestão das escolas -28.05.2008
- FENPROF lança petição para alterar decreto-lei que impõe uma gestão não democrática às escolas
- Autonomia e gestão das escolas: FENPROF entregou petição na AR
- FENPROF solicita junto do PR fiscalização abstracta da constitucionalidade e da legalidade do decreto da Gestão